
O Rio de Janeiro é a minha cidade.
E não uma cidade que me assombra, muito pelo contrário.
É um chão onde piso com segurança e muito confortavelmente.
Que me ampara e me deixa livre para criar coisas que tenham a ver comigo, que traduzam o que sou.
Sou um carioca, não tem jeito.
Recebi no trabalho, assim de surpresa a visita de Albinha.
É uma blogueira amiga, de escrita talentosa e fluente, além de ter opiniões no mínimo muito próprias.
Perfume francês, marido italiano e coração pandeiro... quer dizer, coração brasileiro.
Eu leio Albinha.