Fofa 1: “- Nossa, eu passo mal com aquele cara !”
Fofa 2: “- Eu passo mal, passo mel, passo creme de chantilly, lavo, passo roupa, cozinho, dou banho e no dia seguinte ainda passo tudo pro nome dele !”
De vez em quando eu bem que gostaria de fazer aqui, uma espécie de “blog-diarinho”. No entanto, não posso fazer isso, pensa bem, não vou ficar revelando a minha “vie-privée” (que francamente não é assim de deixar ninguém de cabelo em pé), por que os blogs também são vistos por muitos seres que são verdadeiros enigmas: ficam à espreita, em silêncio, e quando a gente menos espera, créu !
Diante dos monitores luminosos dos computadores existe uma multidão de vampiros emocionais. São nerds-zumbis, criaturas do mal eternamente famintas, que se pudessem, pulariam furiosamente no primeiro pescoço e sugariam até a última gota da nossa energia vital.
Tom Cruise essa semana é meu novo vizinho. Ele está hospedado no hotel Copabacana Palace desde sexta-feira (30) para divulgar o filme "Operação Valquíria".
“My new neighbour” veio acompanhado pela mulher, Katie Holmes e a filhota Suri, de 2 anos. Ao descer do carro, o casal foi bacana e acenou para um grupo de tietes que o aguardava debaixo de chuva na porta do hotel.
Hare Bába !
Ao contrário do que o título possa sugerir, “O Curioso Caso de Benjamin Button” não é um drama tenso sobre um gay que tem um caso clandestino com “alguém” muito curioso.
Mas “O Curioso Caso de Benjamin Button” também é uma história de terror traumatizante, capaz de provocar calafrios: mostra de forma nua e crua como maquiadores habilidosos e extremamente cruéis transformaram a deslumbrante Cate Blanchett em Lucinha Lins.
“Vou tomar, vou tomar, vou tomar gostoso !”
Norma Bengell tomou, gostou e recomenda.
O genial Cláudio Martins deixou aqui esse cometário, de uma inteligência proporcional à criatividade dele:
Ou “Abóbora Cheguei” ?
Será que algum dia vou conseguir decorar todos os nomes dos personagens da novela “Caminho das Índias” ?
Michelle, a primeira dama dos Estados Unidos, pode ter esse nome brega, mas é super chique.

Shortinho dourado ou colete de miçangas ? Você usaria ?
"Rio que mora no mar, sorrio pro meu Rio que tem no seu mar lindas flores que nascem morenas em jardins de sol.
Rio, serras de veludo, sorrio pro meu Rio que sorri de tudo. Que é dourado quase todo dia, e alegre como a luz.
Rio é mar, eterno se fazer amar. O meu Rio é lua, amiga branca e nua. É sol, é sal, é sul. São mãos se descobrindo em todo azul.
Por isso é que meu Rio da mulher beleza, acaba num instante com qualquer tristeza. Meu Rio que não dorme porque não se cansa. Meu Rio que balança.
Maysa namorou dois caras aqui da minha rua, em Copacabana: o Ludovico, um polonês que morava no meu prédio e o Paulinho, mais conhecido como Paulinho Pouca Roupa – porque vivia na praia, noite e dia, sempre de sunga. Tanto o Ludovico quanto tal o Paulinho Pouca Roupa eram pinguços, gostavam de encher a cara.
Maysa escolhia os homens por teor etílico. A estrela só gostava de namorar pau d´água, bebum como ela.
É por isso que eu bebo demais...
Revirando algumas gavetas encontrei essas fotos de meus pais. Foram feitas na década de 70, em algum night-club carioca, provavelmente o Vivará.
Quase todo mundo que vem conhecer o Rio fica encantado e muitos afirmam que pretendem retornar. Mas tem sempre um ou outro visitante “do contra”, que sai reclamando dos cariocas, dos serviços, dos preços, da sujeira, da violência, de tudo.
Se você não ficou satisfeito e saiu falando mal da Cidade Maravilhosa, vai nos fazer um favor se nunca mais voltar. Procure a sua turma, e ela não está aqui.