
Pegue um nerd, dois barbies, uma ex-obesa, uma lésbica furibunda, quatro saradões bombados e a mesma quantidade de louras vadias ninfomaníacas (todas loucas pra mostrar o ânus em revistas farmaco-ginecológicas).
Coloque essa matilha em uma casa cenográfica decorada com um mal-gosto e uma excentricidade abomináveis.
O lugar só tem uma privada, que será usada centenas de milhares de vezes por todas essas pessoas porcas.
Desconfortos intestinais, urina abundante, jatos de vômito, ovulação, tudo acontecerá lá, nessa mesma latrina imunda.

Acrescente a essa receita indigesta: furor uterino, choro convulsivo, prurido íntimo, onanismo, sonambulismo, anorexia, bulimia, flatulência, seborréia somática, cólicas menstruais, bipolaridade, intrigas sórdidas, edredons imundos, piranhagem descontrolada e reanimação por respiração buco-vaginal.
Pronto, você já tem a oitava edição do freak-show Big Brother Brasil.
A maioria das pessoas, incluindo eu e você, nunca vai ser uma celebrity, nem por um segundo. Não acredito na máxima de Andy Warhol de que “todo mundo vai ser famoso por 15 minutos”.
Mas as Sisters e os Brothers acreditam. E aí ? Vai dar a sua espiadinha ?
Tathyenne Karlla é desinibida e promete agitar a casa. O seu maior objetivo é mostrar o talento e o períneo.