Adoro televisão, acho que vocês já sabem. Principalmente enlatados.A década de 60 é considerada pelos especialistas como a era de ouro da televisão mundial.
Eu assistia o enlatado japonês National Kid e os clássicos americanos como A Feiticeira, Jeannie, Jornada nas Estrelas, O Túnel do Tempo, Terra de Gigantes e Perdidos no Espaço.

A minha série preferida era, definitivamente, “Perdidos no Espaço”, que foi produzida entre 1965 e 68, e teve 83 episódios de 50 minutos em 3 temporadas.
O enredo era básicamente o seguinte:
No final do século XX a Terra enfrenta o problema da super-população.
E a única solução é a colonização do espaço sideral, pela adorável e glamurosa família Robinson com suas roupas prateadas, o covarde Dr. Zachary Smith e o seu robô B9 ( que sempre avisava Perigo! Perigo!).
Nas três temporadas que a série teve, os Robinson ficam vagando de planeta em planeta, tentando inutilmente voltar à Terra.
As histórias eram fantásticas. Cheias de cenários bacanas, monstrengos, formas de vida extraterrestres inteligentes e estranhas, que eram fascinantes ameaças.
“Perdidos no Espaço” trazia em sua fantasia, espaçonaves supergaláticas e macacões futuristas. Um futuro promissor de aventuras fantásticas.
Um futuro cheio de esperança.

Eu nunca soube se a família Robinson acabou realizando o seu sonho e voltou finalmente para o planeta Terra. Será que chegaram à algum destino ?
Acho que os Robinson ainda estão aqui, comigo.
Até hoje vestindo seus macacões galáticos, procurando um lugar para voltar, sózinhos e perdidos no espaço.







































