30 novembro 2008

PIN-UPS


Claudia Raia, Mariana Ximenes e Patricia Pillar posando de pin-ups em campanha publicitária para uma marca de bolsas e sapatos.
Adorei a produção, caprichada, glamurosa, original e de super bom gosto.
Das três atrizes, obviamente a que está mais à vontade é a vedete La Raia, que é estrelona desde que nasceu. Sei que tem gente que não curte, mas eu acho o máximo. Ela é a minha FAVORITA.

28 novembro 2008

Mulher Filé (com batatas fritas)

Se você é bonita, desinibida e chegada a uma saliência, pode participar do concurso de strip-tease promovido por uma conhecida casa de suingue em Copacabana.

Até agora, mais de cinqüenta mulheres já se inscreveram - a maioria é de donas de casa e profissionais liberais de classe média.


Os prêmios são tentadores e valiosos: cursos de pompoarismo, kits-sexy (vibrador íntimo de coelhinho e cremes lubrificantes perfumados), piercings genitais, lingeries comestíveis e até um ano de depilação íntima.


320x240

Aproveite a oportunidade e inscreva-se já, ainda há vagas.

A grande vencedora vai ficar famosa e se transformar praticamente em um parque temático.

Neon Femme

25 novembro 2008

Once upon a time

Durante um tempão, eu adorava ir à boîtes, beber e dançar até altas madrugadas. Aproveitei bem os embalos de sábado à noite. Ia muito ao Sótão, na Galeria Alaska, ao Papagaio, na Lagoa, à Encontru´s , em Copacabana, e à tantas outras que até esqueci o nome. Já faz um tempão que não vou.
Tudo tem o seu tempo.
Agora parece que nesses clubes noturnos todos se tornaram iguais: multidões de corpos iguais, cabelos iguais, jeans iguais, corpos sarados e depilados iguais, tatuagens iguais, óculos iguais, perfumes iguais. Multidões de clones fazendo carão. Não entendo como pode existir tanta gente idêntica e antipática em um mesmo ambiente. E música eletrônica é insuportável.
Cansei. Nunca mais fui. E nem vou. Prefiro ficar em casa do que sair à noite.
Adoro a rotina casa-trabalho-casa. Tenho uma televisão imensa e uma lista enorme de DVDs pra assistir.
I remember yesterday.

22 novembro 2008

J. CARLOS - o poeta do humor carioca

José Carlos de Brito e Cunha, o J. Carlos, esse artista bacanérrimo nascido em Botafogo, Rio de Janeiro, em 18 de junho de 1884, ocupa um lugar de destaque no humor gráfico nacional.
Cartunista e ilustrador, J. Carlos soube desenhar a vida carioca como ninguém. Em sua obra estão presentes o Carnaval, as praias, a moda, o humor e os costumes, num verdadeiro retrato da época.


Fez capas e ilustrações para as revistas Para Todos, Careta, O Malho, além de ter criado personagens inesquecíveis para a revista infantil O Tico Tico, como Lamparina, Juquinha e outros.

O talento e a versatilidade de J. Carlos encantou até Walt Disney, que em uma visita ao Brasil, chegou a convidá-lo para trabalhar em seus estúdios nos Estados Unidos, tal a sua admiração pelo artista.

A Galeria Prochownik apresenta 29 raros trabalhos originais de J. Carlos, realizados em diversos periodos de sua carreira.
Tenho o prazer de convidar vocês para essa mostra. Se vierem nas segundas ou nas quintas-feiras de tarde, vou estar lá, aí a gente toma um café e se conhece pessoalmente.

GALERIA PROCHOWNIK

R. Visconde de Pirajá 82, ss. 114 - Ipanema - RJ

De 25 de novembro a 23 de dezembro
segunda a sexta - 14 as 20h

17 novembro 2008

Estão vendo aquela barraca amarela cheia de gente em volta, bem em frente ao Copacabana Palace ? Dá pra imaginar o que está rolando lá ?
Será que é uma sensacional distribuição de amostras-grátis de sachés do desodorante íntimo Vagisil 48 horas?
Ou uma degustação do delicioso iogurte laxativo Actívia ?

Todos vocês respondem em coro uníssono: NÃÃÃÃÃÃO !!!
É o Agnaldo Timóteo, divulgando os seus CDs - o "Duets" com Angela Maria e o outro com músicas bacanérrimas em homenagem ao Rio de Janeiro e a Copacabana.
E olha só quem veio prestigiar o astro Agnaldo e ainda aproveitou pra dar uma bitoca nele...



A favorita de Copacabana, a inimitável, a indispensável, a vitaminada, a linda e naturalmente loura (e a única com cabelos que balançam) Môka P. !

14 novembro 2008


Retornei ao trabalho depois de umas férias forçadas.
Obrigado a vocês todos que me enviaram e-mails, recadinhos, cartões musicais, biscoitos amanteigados, caramelos puxa-puxa, toucas de tricô, charutos cubanos, garrafas de whisky, relógios caríssimos, adorei tudo, valeu pela força !
Já estou perfeitamente bem, e em grande parte, graças a esse carinho e a tanta gentileza. Sério.

Agora chega de momentos fofos. Preparem-se, porque já voltei ao normal. Ou seja: mau feito um pica-pau.



Feliz aniversário, mamãe !

11 novembro 2008

Nunca houve uma mulher como Gilda

Passeando por Copacabana (re)encontrei esse quadro em um antiquário, onde jamais estive antes. É o retrato da minha mãe, Gigi, pintado em 1963 pela artista grega Diana Chalukian.
O portrait esteve em nossa casa durante toda a minha infância e parte da juventude, até que um dia foi vendido (isso já há mais de 20 anos). Achei uma coincidência incrivelmente emocionante reencontrá-lo, assim, totalmente por acaso, e em pleno mês do aniversário de Gigi.
Fiz a foto acima “in-loco”, com o celular, para saber se a minha mãe gostaria (ou não) de tê-lo de volta. Ela ficou muito entusiasmada, mas o marchand pediu um preço bem superior ao que eu estava disposto a pagar.
Pra encurtar o assunto, finalmente consegui comprá-lo, com o auxilio luxuoso e indispensável de Môka, minha irmã, excelente negociante, que fez uma contraproposta bastante vantajosa (pra mim).

O tempo até que foi bem generoso com o quadro, mas mesmo assim precisei fazer alguma limpeza e restauração da pintura.
Os tons de azul são os que mais se modificam com o passar dos anos. Desbotam, se tornam pálidos, acinzentados.
Adoro fazer isso - ir resgatando as cores e a beleza de obras de arte antigas.

Agora o retrato está restaurado, com uma nova moldura, de volta ao seu lugar original, o quarto de Gigi. De onde, afinal, nunca deveria ter saído.


07 novembro 2008




Quem vê cara vê coração ?
Fotos - Jôka P.

04 novembro 2008

O pecado mora ao lado

Católicos apostólicos romanos, judeus ortodoxos, evangélicos exorcistas, protestantes pecadores, macumbeiros, marombeiros, espíritas, budistas, bundistas, muçulmanos, freiras-ninfomaníacas, padres-pedófilos, frades lúbricos, tele-pastores, pais-de-santo, rabinos, negros, mulatos, sararás, brancos, ruivos, louras, japas, gays, sado-masoquistas, travecos, lésbicas furiosas, héteros-de-pau-pequeno, bi-sexuais, bi-polares, putas, filhas-das-putas, netas-de-putas, bichas broxas, barangas-blogueiras, anãs paraguaias, gordas rolha-de-poço, obesas mórbidas, pudins-de-banha, pobres zé-manés, pobres de espírito, pobres diabos, ga-gagos, malucos beleza, bichos-grilos, drogados e bebuns. Com a ditadura do "politicamente correto", não se pode mais fazer piada com (quase) nada e nem ninguém.
A gente agora tem sempre que pensar duas vezes antes de brincar? Não pode rir disso? Fica feio rir daquilo? Pega mal ? Não é "politicamente correto"? Sério ?!
Tenho medo. Tenho muito medo.

Marilene, a baleia de pochete
Foto - Jôka P.


31 outubro 2008

Desconstruindo Jôka P.

Nunca sei até onde posso ir, escrevendo aqui. Tem que existir algum limite para essa exposição pessoal, mas sinceramente não conheço.
***
Muitas coisas que escrevo nesse blog são reais e outras nem tanto. Alguns fatos e pessoas que aparecem aqui existem, outros não. Mas, mesmo sem dar os verdadeiros nomes aos bois, tudo isso é, de alguma forma, a pura verdade pra mim.


Gosto de ter uma vida previsível. Preciso de uma rotina. Quero saber como vai ser o meu dia, o que vai acontecer, onde vai ser, quando vai ser. Tudo tintim por tintim.
***
Uso sempre tênis, camisetas e jeans. Todos praticamente iguais. Acho uma maluquice ser acumulativo e ter muitas roupas, montanhas de livros, pilhas de dvds, camadas de coisas. Detesto quaisquer tipos de coleções.
Pra mim, menos é definitivamente mais.
***
Depois de tanto tempo solteiro, passei a ter vários hábitos impossíveis de serem modificados.
Com a idade melhorei em algumas (poucas) coisas e piorei muito em outras.
Basicamente não sou mais o mesmo. Mudei tanto, mas tanto, a ponto de muitas vezes nem me reconhecer.
Sou outro. Ou outros. Sou uma multidão. Eu, tu, ele. Nós, vós, eles.

Não acredito em deuses. Não tenho religião e nem me sinto na menor obrigação de ter. Deuses (e deusas) são uma invenção dos homens. Só existem pra quem acredita, portanto pra mim não existem.
Acredito nas energias da natureza. E de vez em quando, até acredito em mim. Mas mesmo assim, nem sempre.

29 outubro 2008

Me use (e abuse)

Na década de 60, 3 jovens religiosas decidiram formar uma banda musical com canções enaltecedoras de louvor ao senhor. O trio se chamou “Jesus me use”.
Fizeram algum sucesso se apresentando em templos e congregações, até que uma revelação escandalosa acabou definitivamente com a festa: as meninas eram travestis.
Em pouco tempo a bandinha caiu em desgraça e foi parar no beleléu.
Esse post é uma homenagem ao corajoso trio de travecas-gospel, que acreditou (em vão) que a fé pode mover montanhas.



Imagem: Elza explícita do La Dolce Vita

27 outubro 2008

Sold Out !

Más notícias: não há mais nenhuma suíte-cobertura de frente pro mar disponível para o próximo réveillon no Copacabana Palace. Todas elas já estão definitivamente reservadas (por R$ 59.700, 00 - embora todo mundo fale em crise financeira).


Mas calma, não se afobem ! Nem tudo está perdido.
Ainda têm alguns apartamentos um pouquinho mais simples no hotel, todos com vista deslumbrante pra Praia de Copacabana, por apenas R$ 27.540,00 - o pacotão completo.

É pegar ou largar.

25 outubro 2008

Bandoca

Não consigo mais apagar nenhum comentário aqui no blog! Sabe aquele ícone da "lixeirinha", onde a gente clica para deletar os comments? Então, a minha "lixeira" desapareceu! Sumiu de uma hora para outra, sem mais nem menos ...puf...!
Já fiz o login normalmente e ainda assim ela não aparece.
Será que isso é definitivo? Será que é encosto?
O que eu devo fazer para recuperar a minha lixeira deletadora de comentários? Alguém saberia me ajudar?

Photobucket

Deprimi.

Ganhei essa bandeja bacanérrima da Môka! É uma “Bandoca”, feita pela Lidoka – quem é do tempo das “Frenéticas” certamente vai se lembrar dela.
A minha é o modelo Copacabana.
Se você quiser dar uma olhada no site da Lidoka, clica aqui no Bandoca.

BeiJôka !

21 outubro 2008

O que é que eu posso dizer quando um amigo-irmão larga a novela que está escrevendo, as gravações de Toma-Lá-da-Cá e mais uma infinidade de ocupações inimagináveis pra vir me visitar de surpresa, bem no meio da tarde ?

E como é que eu me sinto quando ainda por cima ele traz de presente uma cesta imensa repleta de guloseimas importadas, tão suntuosas e caras que parecem até destinadas à um mega-pop-star ?

Ele não pode ser mais querido, generoso e legal.


Legalmente louro.


20 outubro 2008

Reconstruindo Jôka P.

Já estou em casa. O meu lado nerd me trouxe direto até o computador, antes mesmo de desfazer as bagagens (que não eram poucas).
Como estive praticamente sem internet, só agora pude ver as mensagens bacanérrimas que me deixaram aqui e no Orkut. O carinho de vocês foi uma força definitiva pra minha recuperação.
Tudo o que aconteceu foi bem difícil - e em alguns momentos me senti pior que um escovão de limpar latrinas.
Mas quando achava que o bicho estava pegando e que eu ia morrer, fechava os olhos e repetia um mantra poderoso, até a dor passar:
“Vaso ruim não quebra. Vaso ruim não quebra. Vaso ruim não quebra. Vaso ruim não quebra....”

14 outubro 2008

Silêncio Hospital

Ficar doente talvez seja ainda pior do que estar gordo. É páreo duro - o primeiro caso, põe em risco a nossa vida, e o segundo a nossa auto-estima, além de arruinar grande parte do nosso guarda-roupa.
Estou teclando da UTI de um hospital em Copacabana - com grande dificuldade, cheio de fios e dutos intra-venosos. Depois de pegar um chuvão com vento forte, tive febre de 40 graus durante 4 dias, que evoluiu em uma pneumonia aguda. Môka foi quem me arrastou até aqui, tomou todas as decisões, meteu o pé na porta, está ao meu lado e mais uma vez salvou a minha vida. Já perdi a conta das vezes em que a força de minha irmã foi definitiva para a minha sobrevivência.
Não tenho a menor previsão de alta, e nem sei quando volto a olhar esse blog.
Estou teclando de um laptop emprestado.
Vou ficar feliz se puderem deixar um alô pra Gigi, a minha mãe e pra Môka.
I will survive. Um beijo pra todos, queridos.

10 outubro 2008

A noiva de Copacabana

O balaco rolou em uma esquina de Copacabana, lá pelas oito da noite.
Um carro pendurado de latas, com um casal de noivos acompanhado por um séqüito de outros automóveis.
A noiva-pretty-woman era
uma das garotas de programa da casa de saliência logo ali em frente.
O noivo, todo pimpão, um gringo vermelho-lagosta.

Com fogos de artifício e música brega de motel, o casal foi declarado marido e mulher no meio da rua, numa festança animadona que foi até altas madrugadas. Teve champagne, cerveja, caipirinha e muita dança, com aquela alegria das convidadas e madrinhas, quase todas coleguinhas de trabalho.
O casal até já partiu em lua de mel. Parece que vão morar nos States.
Os meus votos mais sinceros para que os nubentes sejam muito, mas muito felizes. E para sempre.